quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cluster

       Podemos definir Cluster como um sistema responsável por realizar processos pesados utilizando dois ou mais computadores trabalhando em conjunto, como se fossem apenas um. Dessa forma, o objetivo de um Cluster é a distribuição de processamento de uma determinada aplicação, podendo suprir a necessidade de computadores de alta performance.
       
       Cada computador de um Cluster é chamado de nó, sendo necessário que todos esses "nós" estejam conectados na mesma rede, rede essa que deverá ser criada pensando na remoção ou adição de um nó sem causar danos. Todo esses computadores devem possuir o mesmo sistema operacional. O Cluster possui um software responsável por gerenciar todo o processo, detectando erros e possibilitando o reparo sem prejudicar o processo.

      As áreas de aplicação de um Cluster são: Meteorologia, Produção de Filmes e Games na parte de renderização etc. Resumindo, um Cluster pode operar em qualquer área que necessite de grande demanda de processo.

Backups

Backup ou cópia de restauração é um método em que criamos um cópia de determinado arquivo presente em um computador ou servidor em um outro dispositivo de armazenamento. Temos como dispositivo de armazenamento mais comum pendrives, HD's externos, CD e DVD e até mesmo o armazenamento na internet, com a tecnologia do Cloud Computing. Os tipos existentes de backup são: Backup full: Faz-se uma cópia de segurança de todos os arquivos selecionados para armazenamento em um outro dispositivo. Backup incremental: Faz-se uma cópia de segurança apenas das alterações feitas nos arquivos selecionado para backup. É muito utilizado em instituições como empresas e grandes faculdades.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Computação em Nuvem

Computação em Nuvem


O que é ?

 Computação em Nuvem pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

Tipos

A Computação em Nuvem ela é dividida em 6 Tipos :

IaaS - Infraestrutura como Serviço: quando se utiliza uma porcentagem de um servidor, geralmente com configuração que se adeque à sua necessidade.

PaaS - Plataforma como Serviço: utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados, um web-service, etc.

DaaS - Desenvolvimento como Serviço: as ferramentas de desenvolvimento tomam forma no cloud computing como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based e serviços baseados em mashup.

SaaS - Software como Serviço: uso de um software em regime de utilização web.

CaaS - Comunicação como Serviço: uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.

EaaS - Tudo como Serviço: quando se utiliza tudo, infraestrurura, plataformas, software, suporte, enfim, o que envolve T.I.C. como um Serviço.

Vantagens 

  • Acesso aos Arquivos na Nuvem (Skydrive, Google Drive, Dropbox)
Desvantagens
  • Maior risco de comprometimento da privacidade do que em armazenamento off-line.

Storage


Storage

Storage dentro do ramo tecnologico significa o tipo de armazenamento de dados de um determinado serviço, ou seja, o modo com o que os dados serão armazenados. De modo que esse tipo provê uma conexão fisica e o storage é só a forma com que os dados são armazenados.

Este tipo de equipamento é operado e configurado através de softwares que tem em sua caracteristica somente essa...assim tendo em si equipamentos, conexões e programas para o storage.

Sobre o trafego de dados do storage podemos comparar ao método SCSI  e ATA (trafego de dados de forma serial).

O armazenamento funciona da seguinte forma: Os dados que são armazenados por algum pc são enviados ao storage pela parte fisica do dispositivo de forma serial até um local onde se encontram varias portas que se interligam e enviam estes dados há um complexo de discos de armazenamento, estes discos podem ser organizados e configurados por area de importancia da informação. 

Os Backups no storage podem ser realizados mas o que é muito utilizado normalmente é o espelhamento de disco assim quando isto ocorre se um hd é afetado só se perde metade do trabalho ali contido e nao todo um bloco de informação.


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Arquitetura de John Von Neumann

 John Von Neumann tem grande mérito a evolução computacional da atualidade com sua grande ligação com a informática, pois era um arquiteto e construtor de hardware, programação, análise numérica, computação científica, teoria da computação a nível internacional. 
Neumann após desenvolver uma arquitetura computacional caracterizou ela pela possibilidade de uma máquina digital guardar seus programas no mesmo local de memória que os dados, fazendo com o que os  tais programas sofressem alterações.
Para que fosse possível o armazenamento de dados e programas no mesmo local Neumann teve de criar ferramentas dentro da Unidade Central de Processamento (CPU).

-Unidade Aritimética e Lógica:
 Local dentro do processador onde são realizados todos os calculos aritiméticos. No UAL (Unidade Aritimética e Lógica) os calculos aritiméticos são relacionados com os dados enviados pela centra de controle do processador.

-Unidade de Controle:
O UC localizado dentro do processador é um componente do CPU faz a busca, interpretação e controle de instruções de processos. Essa busca e interpretação de instrução é relacionada com a memória, ou seja, o UC busca e interpreta as instruções de dados dentro da memória.

 ABAIXO TEMOS UM ESQUEMA DE COMO FUNCIONA O PROCESSAMENTO DE DADOS DA ARQUITETURA DE NEUMANN:











Dispositivos I/O

                                            


    Os dispositivos de entrada e saída ou dispositivos I/O, são os periféricos de um computador. Sua função é possibilitar a interação entre a máquina e a pessoa, assim disponibilizando a troca de dados entre a máquina e a pessoa.
     
    Os periféricos de entrada são responsáveis por codificar a informação que entra no Computador, transformando-a em dado que possa ser processado pelo sistema digital do computador. Já os periféricos de saída decodificam os dados, transformando-o em informação que possa ser compreendida pelo usuário.

    Os principais periféricos de entrada são: teclado, mouse, scanner, microfone, joystick, webcam. Assim os periféricos de entrada servem para o usuário enviar a informação ao computador.

    Os principais periféricos de saída são:  monitor, caixas de som, impressora, sensores, etc. Assim os periféricos de saída servem para o usuário entender a resposta do computador.

     Também existem os periféricos mistos como: Pen-drives, modens, multifuncionais, etc. Esses são dispositivos mistos, tanto envia informação quanto recebe.

RAID (Redundant Array of Independent Disks)


  • RAID (Redundant Array of Independent Disks)

    Um Modelo de RAID (RAID 0)

    RAID não é uma invenção nova. Criado em 1987 por David PattersonGarth Gibson e Randy Katz, na época, pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos.

    RAID, trata-se de fazer com que o sistema operacional enxergue o conjunto de HDs como uma única unidade de armazenamento, independentemente da quantidade de dispositivos que estiver em uso. Hoje, além de HDs, é possível montar sistemas RAID baseados em SSD. Fazer com que várias unidades de armazenamento trabalhem em conjunto resulta em muitas possibilidades:

    - Se um HD sofrer danos, os dados existentes nele não serão perdidos, pois podem ser copiados em outra unidade (redundância).
    - É possível aumentar a capacidade de armazenamento a qualquer momento com a adição de mais HDs.
    - O acesso à informação pode se tornar mais rápido, pois os dados são distribuídos a todos os discos.
    - Dependendo do caso, há maior tolerância a falhas, pois o sistema não é paralisado se uma unidade parar de funcionar.
    - Um sistema RAID pode ser mais barato que um dispositivo de armazenamento mais sofisticado e, ao mesmo tempo, oferecer praticamente os mesmos resultados.

    Níveis de RAID

    Para que um sistema RAID seja criado, é necessário utilizar pelo menos dois HDs (ou SSDs). Mas não é só isso: é necessário também definir o nível de RAID do sistema. Cada nível possui características distintas justamente para atender às mais variadas necessidades, exemplo de níveis:

    ·         RAID 0 (Striping)
    ·         RAID 1
    ·         RAID 2
    ·         RAID 3
    ·         RAID 4

    Implementação de RAID

    Antigamente, montar sistemas RAID não era uma tarefa das mais simples e seu uso normalmente se limitava a servidores. Hoje, no entanto, é possível implementá-los até mesmo em computadores pessoais, mesmo porque praticamente qualquer sistema operacional suporta este recurso.
    A maneira mais fácil de fazer isso é adquirindo uma placa-mãe que conta com uma controladora RAID. Em poucas palavras, este dispositivo, que pode funcionar com interfaces SATA ou SCSI, identifica as unidades de armazenamento conectadas e as fazem trabalhar como um sistema RAID. Sua configuração geralmente é feita a partir do setup do BIOS, embora algum software de controle possa ser fornecido para funcionar no sistema operacional.